Eu gosto que você não seja minha,
E quando anda, assim, bem longe de mim.
Gosto que deslize entre as pessoas
ou que tropece nelas, esbaforida.
que feche os olhos do meu lado
e que estejamos distantes enquanto o faz.
Gosto de não te ter agora
e de não te ter nunca.
Porque se um dia
o universo convergir para que sejamos
Eu vou estar pronto.
Que seja pra te amar,
ou para te ver sumir...
E quando anda, assim, bem longe de mim.
Gosto que deslize entre as pessoas
ou que tropece nelas, esbaforida.
que feche os olhos do meu lado
e que estejamos distantes enquanto o faz.
Gosto de não te ter agora
e de não te ter nunca.
Porque se um dia
o universo convergir para que sejamos
Eu vou estar pronto.
Que seja pra te amar,
ou para te ver sumir...
7 Comments:
"me gusta cuando te callas", decía él.
Entende o que te disse das palavras, da vaidade?
Então...
Talvez meu daltonismo venha ganhando cores diferentes.
Eh bom voltar um pouco no tempo e ver q vc naum perdeu o jeito com as palavras...
Saudade de te ler...
O grande problema é que não acredito mais na literatura.
Este comentário foi removido pelo autor.
eu também não acredito em literatura, eu só gosto dela.
nem acho que seja algo em que se acreditar. Não acho que se deva confiar na literatura, ela é avessa a qualquer fé.
literatura deveria ser mais ofício e menos esperança.
o mais legal é poder usar o mesmo texto várias vezes, o passar do tempo pode mudar o destino das palavras, mas muitas vezes, nem precisa se mudar o q se diz...
Postar um comentário
<< Home